EDP Starter seleciona 5 startups para programa de aceleração em parceria com a Kyvo

O programa é focado em startups de energia de dois segmentos: soluções com foco no cliente e smart data

EDP Starter Brasil, programa de aceleração da EDP em parceria com a Kyvo, selecionou hoje cinco startups para serem aceleradas até dezembro. Ao todo, o programa contou com 300 startups inscritas, das quais 30 fizeram entrevistas, 10 foram para um bootcamp e hoje se apresentaram em um Pitch Fest para seis avaliadores, sendo eles: Hilton Menezes, sócio-fundador da Kyvo, Lívia Brando, head de inovação da EDP Brasil, Carlos Andrade, vice-presidente de novos negócios da EDP Brasil, e Luis Manuel, head de inovação, Jorge Simões, especialista em smart data e Tiago Antunes, engenheiro sênior, todos da EDP Inovação Portugal.

Tendo em vista que o programa era focado em startups de dois segmentos: soluções com foco no cliente e smart data. As selecionadas, em ordem alfabética, foram:

Cartão Solar: Viabiliza o acesso a energias renováveis para clientes cativos, criando uma network nacional de serviços de energia solar.

Cubi: Entendimento e gestão de seu consumo de energia para o setor industrial, com um produto de baixo custo e plataforma cloud.

Dooak: Plataforma de investimento coletivo com transações em blockchain para projetos de energia solar de alto impacto.

Enercred: Assinatura de energia limpa, mais barata e sustentável por meio de tecnologia para o consumidor residencial.

Nexo: Simuladores de realidade virtual para reduzir acidentes de trabalho e custos de treinamento.

Agora, as startups selecionadas passarão por mais quatro meses de mentorias, durante os quais poderão receber investimentos da EDP Brasil. Ao final desse período, será organizado um Demo Day, onde as cinco escolhidas apresentarão suas soluções para o mercado afim de firmar novas parcerias.

Brando ainda garante que o diferencial do programa é dar oportunidade para startups que estão em estágio inicial, momento muitas vezes crucial para o desenvolvimento delas. Mas não é só isso: há ainda a possibilidade de uma próxima edição incluir um período de incubação no Vale do Silício, uma vez que a Kyvo também é parceira da GSVLabs e poderia fazer isso acontecer.

Apesar de somente metade das startups terem passado, isso não significa o fim da relação delas com a EDP Brasil. Lívia Brando deixa claro que há ainda mais oportunidades: “Mesmo as que não passaram a gente já incentivou que se inscrevessem para o Open Innovation – programa de aceleração para desenvolvimento de novos negócios focados no setor de energia -, que está com as inscrições abertas. Cinco delas poderão ir para Lisboa competir com outras startups pela oportunidade de receber 50 mil euros e ir para o Web Summit”.

Notícia publicada originalmente no portal Startse.

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